Ontem consegui por fim perceber, após debate aceso entre os meus dois pequenos neurónios, que afinal houve uma mudança de definição da palavra sinceridade. À vista atual, uma pessoa é sincera se abrir, escancarar, a sua vida, minuto a minuto, segundo a segundo, alguém interessado em saber a que horas escovei os dentes hoje? Pois bem, graças as novas tecnologias a troca de informação é algo tão banal como piscar os olhos, tendo em conta que piscamos os olhos 15 a 20 vezes por minuto, imaginem a informação que 15 a 20 mensagens por minuto podem transportar.. Bem, devemos ou não revelar a antiga definição da palavra em causa? É que pode ser um choque para determinadas pessoas, pois bem, vamos em frente e que seja o que Deus quiser!
A sinceridade não passa por partilhar a nossa vida mas sim sermos sinceros nas coisas que transmitimos, caso faça algo ou queira fazer algo mas não partilhe essa informação com alguém não quer dizer que não fui sincera com esse alguém, simplesmente é algo que quero guardar apenas para mim ou eventualmente partilhar com um outro alguém. Isso faz de mim uma pessoa menos sincera? Não me parece! As pessoas devem saber limitar a informação que disponibilizam aos outros, porque ao partilhar tudo é certo que estás a partilhar informação que pertence de igual modo a alguém próximo, e esse alguém pode não querer que haja partilha dessa mesma informação. Segredo? Não! Assuntos que pertencem a quatro paredes e devem ser preservadas assim, como o túmulo de Tutankamon. E se for descoberto.. deixem as pessoas em paz!
Não há um único momento que não agradeça a tua existência na minha vida. Ao logo dos anos fiz escolhas acertadas e algumas que só de pensar me deixam desconfortável e pensativa. Houve escolhas que terminaram menos bem, mas que foram essenciais na minha vida, que ainda hoje agradeço por terem acontecido, outras que mais valia não terem ocorrido, que de alguma forma foram uma lição de vida, mas que marcaram de forma negativa o meu percurso. Fui me descobrindo, e ainda hoje me descubro, descubro que existe ânsia e sede de conhecimento, e existe uma necessidade extrema do teu aconchego. Sentir-te é inevitável e não há forma mais prazerosa de se estar, se não do teu lado a sentir a tua respiração e o teu amor fervorosa que sinto em cada gesto ou palavra que trocamos. No meu coração, alma, aura, espírito, no meu eu, brilha cada vez mais alto a luz real do amor verdadeiro, incondicional, que sinto quando te digo adeus, porque esse adeus é sempre um começo de um olá. Cada vez que estou de part...
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