De todas as vezes que olho nos teus olhos,
Vejo a incerteza do meu saber, das minhas escolhas.
E tenho receio de encontrar em ti o que não encontro em mim,
As respostas às minhas perguntas constantes e breves, que ressoam na minha mente,
Como sinos tinindo nos meus tímpanos e levo as mãos aos ouvidos tentando de alguma forma evitar o sopro maldito das minhas dúvidas.
Procura-me na noite e encontra-me de dia,
Ao teu lado me deito e descubro o teu rosto.
Segura-me a mão e não faças nada, deixa-me somente fechar os olhos,
Sem pensar, sem questionar, sem que mova uma pestana, ou mesmo uma vírgula da minha vida.
Sigo o meu caminho, sigo em frente sem pisar o chão.
Vejo a incerteza do meu saber, das minhas escolhas.
E tenho receio de encontrar em ti o que não encontro em mim,
As respostas às minhas perguntas constantes e breves, que ressoam na minha mente,
Como sinos tinindo nos meus tímpanos e levo as mãos aos ouvidos tentando de alguma forma evitar o sopro maldito das minhas dúvidas.
Procura-me na noite e encontra-me de dia,
Ao teu lado me deito e descubro o teu rosto.
Segura-me a mão e não faças nada, deixa-me somente fechar os olhos,
Sem pensar, sem questionar, sem que mova uma pestana, ou mesmo uma vírgula da minha vida.
Sigo o meu caminho, sigo em frente sem pisar o chão.
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