O líquido que me escorre sem perdoar o momento
Em que toco o pecado sem aviso, e denuncio, sem querer, a minha intenção.
Parar é a palavra proibida, jogar é a palavra oportuna.
Trocam-se posições e marca-se o tempo,
E por vezes a Dama negra come o Rei defronte ao Bispo sagrado,
Mas a vontade fica implícita nos olhares cativos da Rainha adversária.
Conto cada gota de água que cai no teu rosto quando a posição é invertida
E as luzes apagam-se do meu olhar numa fracção de segundos,
Aquece-me! E faz a tua nova jogada,
Deixa que a Rainha seja comida pela Dama! Sem piedade!
E as gotas caem, num charco do tabuleiro da vida.
Em que toco o pecado sem aviso, e denuncio, sem querer, a minha intenção.
Parar é a palavra proibida, jogar é a palavra oportuna.
Trocam-se posições e marca-se o tempo,
E por vezes a Dama negra come o Rei defronte ao Bispo sagrado,
Mas a vontade fica implícita nos olhares cativos da Rainha adversária.
Conto cada gota de água que cai no teu rosto quando a posição é invertida
E as luzes apagam-se do meu olhar numa fracção de segundos,
Aquece-me! E faz a tua nova jogada,
Deixa que a Rainha seja comida pela Dama! Sem piedade!
E as gotas caem, num charco do tabuleiro da vida.
Comentários