É grave quando dás conta do paradoxo existencial do teu Ser, e quando dás conta que a tua mente navega num mundo a parte do teu corpo. Quando nos apercebemos que escorrem entre os dedos a fluxo da vida, e deixamos escapar o amor sem sabermos o porque da sua vinda… A minha mente está morta, e procuro encontrar forma de lhe dar vida sem que caia no erro mundano de fertilização “in vitro”. Faltam escassas horas para a libertação total, para que inicie a minha caminhada, e ande descalça a sentir a força global do universo sobre a minha alma… sentirei a brisa das manhãs sobre o meu rosto desnudado de vergonha, onde a minha vida esta gravada, por cada néctar do sumo do meu suor… a Luz do meu verão irá acompanhar os meus dias e as minhas noites, queimando o meu corpo e purificando os meus pensamentos mórbidos e cansados, cansados de uma vida que me arrastou para um abismo profundo…
Mas a Estrela que brilha no Azul apagado do imenso Céu conseguiu erguer-me, sorriu para mim sem pedir nada em troca, só a atenção que há muito deixei de dar ao Céu, mas as Rosas têm espinhos e os meus mais uma vez picaram o coração de quem não devia… “Confia!” Dizia a Estrela, e os meus espinhos não deram ouvidos, mudos para a vida, para o Amor, tornaram a marcar a tua pele…
É preciso ouvir quem sente, amar quem ama, beijar quem deseja e abraçar quem precisa.
Eu te oiço, eu te amo, eu te beijo e te abraço!
Mas a Estrela que brilha no Azul apagado do imenso Céu conseguiu erguer-me, sorriu para mim sem pedir nada em troca, só a atenção que há muito deixei de dar ao Céu, mas as Rosas têm espinhos e os meus mais uma vez picaram o coração de quem não devia… “Confia!” Dizia a Estrela, e os meus espinhos não deram ouvidos, mudos para a vida, para o Amor, tornaram a marcar a tua pele…
É preciso ouvir quem sente, amar quem ama, beijar quem deseja e abraçar quem precisa.
Eu te oiço, eu te amo, eu te beijo e te abraço!
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